terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

...

Quando alguém encontra seu caminho, precisa ter coragem suficiente para dar passos errados.
As decepções, as derrotas, o desânimo são ferramentas que Deus utiliza para mostrar a estrada.

Paulo Coelho

domingo, 2 de janeiro de 2011

2011

Oi Gente,
Parece que eu só entro aqui quando estou triste,
pois é...
Depois de litros e cidra, pernil, tender e peru...eis que chega 2011 com a corda toda.
Chega o dia de voltar para o inferno do trabalho, ver as mesmas pessoas e retomar a vida.
ás vezes com a chegada de um novo ano, chega também os medos que chegou a hora de finalmente enfrentarmos, o negócio é correr e fugir...mais qual é a direção?
Não adianta. Devemos pensar que a chegada de um novo ano não muda o nosso passado, mais pode mudar a forma de encarar o futuro!
Não adianta também sofrermos por antecipação, de uma hora ou de outra iria chegar mesmo...
Agora estamos aqui, com o futuro na nossa cara, acho que o negócio é rasgar o papel e nos prepararmos para as surpresas.
E confiarmos apenas em quem temos certeza que nunca vai nos dar o pé na bunda.
DEUS!
Entregar nas mãos dele e ser neutra com os resultados,
é isso que eu vou tentar fazer.

Espero que todas estejam bem,
e desejo muitas realizações em 2011.
vamos dar a cara p/ bater!

* obrigada a todas que comentaram meu ultimo post, continuo confusa...super por sinal, mais sou assim mesmo um dia eu encontro meu verdadeiro EU que esta perdido ou com preguiça de me ajudar a pensar nas melhores soluções, o negócio e pensar no seguinte: PODIA ESTAR PIOR.

Bjooosssss

domingo, 26 de dezembro de 2010

Confusão...

Ai gente, sei que dia 26 de Dezembro não é dia de reclamar mais já reclamando...
minha cabeça esta em uma confusão danada sabe?
sabe quando vc não sabe ao certo o que fazer, em que caminho que é correto seguir?
como diz minha mãe, a cada escolha uma renuncia...
e é nisso mesmo que estou pensando...

Feliz Natal a todos,
todos que acompanham, que comentam ou não...
S2

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Auto Estima - O primeiro passo para ser feliz!

 Oi pessoal,
Estou super bem graças a Deus, e vcs como estão? (espero que na luta SEMPRE!)
Fiquei super feliz com os comentários que estão crescendo ultimamente.
É com grande carinho e alegria que leio o que cada um escreve.
Hoje estou aqui para falar de auto estima, estou trabalhando a minha e com isso consigo controlar a minha ansiedade a cada dia mais um pouquinho!
Auto Estima parece uma palavra clichê...mais ela é responsável por um poder incrível que só existe dentro de nós.
Trabalhando a nossa auto estima, conseguimos obter grandes resultados em todas as áreas de nossas vidas e adquirir o que todas buscam: SEGURANÇA DAS NOSSAS EMOÇÕES.
Não é difícil, temos que nos amar acima das outras pessoas que nos rodeiam...nos valorizar sempre, ter certeza qual é o nosso valor.
Se auto-avalie, é importante para a mudança que pode acontecer apartir de... JÁ!


Oito atitudes de Auto-estima

1 – Seja seu melhor amigo.
Incentive e ame a si próprio. Não espere ser perfeito. Dê um tempo para si mesmo! Quando se atinge     a perfeição, não se tem mais a evoluir. A imperfeição nos faz ter certeza de que ainda temos o que conquistar, aprender e aperfeiçoar.

2 – Reserve um tempo para aproveitar a vida.
Escolha alguma coisa da qual você gosta e inclua isso em sua vida, da mesma forma que você encaixaria em seu horário uma consulta importante ao médico. Transforme-a numa prioridade.

3 – Estabeleça objetivos para sua vida.
Reveja constantemente seus objetivos de curto e longo prazo. Não tenha medo de pensar grande. Abra mão de mágoas, raiva, desilusões e culpas. Se elas voltarem a incomodá-lo, abandone-as tantas vezes quantas forem necessárias. Pense no futuro!

4 – Fale consigo mesmo em tom positivo.
Use afirmações para dar ao seu subconsciente uma poderosa mensagem positiva. Utilize a energia que há dentro de você para atingir o objetivo que você escolheu.

5 – Visualize seu objetivo sendo realizado.
Em todas as áreas da vida, visualize atingindo seu objetivo. Sinta a emoção e a alegria de atingir o que você se propôs. Transforme-se naquilo que pensou.

6 – Faça escolhas para sua vida.
Você é livre para mudar, crescer, escolher como viverá o resto da sua vida. Sua felicidade dependerá muito de você. Não responsabilize os outros para omitir sua responsabilidade sobre sua própria vida.

7 – Relacione-se com os outros.
Aprenda a contar com os outros para obter informações, apoio e modelos de comportamento, afeto e atenção. Dividir faz parte da confiança que temos em nossa capacidade. Você não precisa fazer tudo sozinho.

8 – Aceite-se como você é.
Ame a si mesmo – física, mental e emocionalmente – da mesma forma que amaria um amigo querido. Incentive carinhosamente este amigo a crescer, sem críticas destrutivas, mas com aceitação e amor. Decida qual o papel que você quer viver no seu filme. Siga o roteiro de amar e ser amado, de dar e receber, que você escreveu, e não somente aquele que foi escrito para você pelas expectativas e decisões dos outros.

              Pessoas com baixa auto-estima normalmente tem uma auto-imagem negativa que pode gerar:


-     Falta de aproveitamento das oportunidades pela fantasia constante de que as coisas serão feitas “amanhã”.-     Perfeccionismo – uma obsessão com a aparência ou uma necessidade de sempre fazer as coisas da maneira “certa”.-     Comunicação de uma auto-imagem negativa através de uma linguagem corporal inadequada.

A auto-estima é um ingrediente importante para melhorar não só a sua vida, mas a vida de todos com quem você tem contato. Criticar e julgar os outros de forma negativa e destrutiva é sinal de baixa auto-estima, assim como exigir demais de si mesmo, seja pelo perfeccionismo ou mania de trabalhar.No caminho do sucesso a superfície pode ser lisa e reta, pavimentada com um asfalto sólido, chamado auto-estima, porem neste caminho existem obstáculos, armadilhas e trechos difíceis a serem ultrapassados, mas mesmo assim, este caminho possui o necessário para chegarmos no nosso ideal.Não devemos repetir para nós mesmos mensagens de fracasso.Quando estamos pensando em mudar, há uma tendência a negar tudo aquilo que já fomos. Por exemplo, dizemos a nós mesmos, “Cometi um erro tão grande casando tão cedo” ou “Nunca gastaria tanto dinheiro com bobagens como fiz há dois anos”. As pessoas com alta auto-estima jamais negam o que foram ou as decisões que tomaram.

Podemos ter o controle sobre o nosso futuro,
 basta perceber que:
-     A forma de vermos o mundo determina o que conseguimos.
-     Criamos nossas experiências com nossos pensamentos e sentimentos.
-     que pensamos sobre nós mesmos torna-se realidade.


Grande beijo, fiquem com Deus sempre!e mta luz!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lição de vida - Mulher com doença degenerativa encontrou sentido para sua dor na oração!

Oi pessoal,
Comigo esta tudo bem, graças a Deus.
Na medida do possível estou conseguindo dia após dia superar as minhas ansiedades.
Sempre com aquela indecisão que dá medo, mas vamos levando na medida do possível, né?
Como estão vcs?
Estou sentindo saudades das visitas do blog, agradeço a cada um que passa um tempinho aqui no meu cantinho, cada comentário é uma grande alegria.
Agradeço por poder estar compartilhando algumas coisas que eu acho importante para o nosso amadurecimento,
Mando um beijo especial para a Blogueira tão querida do Ansiedade Criativa que tanto desejo boas energias e paz,
Fique com o texto a seguir que é uma grande lição de vida para todos nós, 
Fonte: http://http://blog.cancaonova.com/paulovictor/page/2/
María José Solaz Viana é uma valenciana de 36 anos de idade e desde menina sofre de uma enfermidade degenerativa que agora a impede de valer-se por si mesma. Ela assegura que sua vida é bela, não se cansa de dar graças a Deus por “poder levar a cruz das pessoas que sofrem” e é conhecida porque todos os dias passa longas horas em oração em sua paróquia.
Conforme informa a agência AVAN, María José vive em Caudete de las Fuentes, Valência, e sofre uma ataxia de Friedreich que afeta progressivamente seu sistema nervoso e muscular. Há 20 anos utiliza uma cadeira de rodas para deslocar-se e há dez sua deficiência alcançou o grau máximo, por isso depende de outras pessoas para tudo.
María José encontrou sua fonte de fortaleza na oração. Todos os dias permanece duas horas a sós em sua paróquia rezando e pede a Deus, entre outras coisas, por “os males de quem sofre e me pedem que ore por eles” ou, “ao menos, para que encontrem alívio”.
Aos 9 anos de idade, quando recebeu a Primeira Comunhão, recebeu a notícia de sua enfermidade e recorda que “o último dia que pude andar por mim mesma foi o dia da minha Crisma”, aos 15 anos.
Segundo a AVAN, “nos meses seguintes, sua musculatura foi se atrofiando como conseqüência da enfermidade que já afeta todo o seu corpo. Em 1995, seu grau de deficiência física era de 95 por cento, segundo os estudos médicos realizados no seu caso, e faz já uma década chegou ao cem por cento. Além de não poder mover parte alguma de seu corpo, há anos padece graves dificuldades para ouvir, ver e, sobre tudo, falar”.
María José tem escrito numerosas cartas a Deus para “agradecer-lhe o presente de cada novo dia” e embora nos últimos meses seja mais difícil usar o computador, conta com reflexões e meditações que sempre começam com o agradecimento a Deus.
“Meu Deus, obrigado de todo coração por ter me criado, por me dar de presente um novo dia, por tudo o que me você dá e pelo que me dará porque, embora me inquiete, sempre será o melhor”, escreve María José.
Em 1999, María José publicou o livro “E às vezes, Vênus…” no qual recopila suas poesias. Ela explicou que escolheu o título porque esse planeta “é o que mais brilha na noite, como o Senhor, o luzeiro que desperta cada manhã”.
Para ela, o mais duro de sua enfermidade é a crescente dificuldade que tem para conversar com outros e encontra “alívio” às suas dores intensas “olhando o crucifixo”.
“Consola-me muito pensar que Jesus, sendo Deus, quis passar pela cruz por amor a nós”, afirma.
AVAN explica que seus pais, Pepe e María Luisa, ambos de 73 anos, se encarregam de todo o cuidado da María José em casa. Seus pais venderam suas terras para poder dedicar-se por inteiro a María José e embora recebam ajuda econômica da Administração, estão seguros de ter a melhor assistência de cima porque o que “nos mantém em pé é, sobre tudo, a fé”.
María José assegura que seu “exercício favorito” é o espiritual e é ao que mais horas dedica. Todas as manhãs seu pai a leva à paróquia do povo para que possa rezar diante do sacrário, em uma pequena capela anexa ao templo, onde se celebra a missa diária.
“Falo com Jesus cara a cara”, afirma María José e relata que participa da vida celebrativa da paróquia. Sua enfermidade afeta seu corpo mas não diminuiu sua capacidade intelectual. Ela é“totalmente consciente” de sua situação e a confronta com serenidade e integridade.
Entretanto, seu caminho não sempre foi sereno. Quando cumpriu 20 anos de idade teve uma forte crise de fé e rechaçava sua situação. “Não só ia perdendo a saúde, mas também muitos amigos”, o que a levou a sentir-se “só e desgraçada, apesar de que também havia gente que me ajudava”, recorda. Inclusive confessa que esteve “a ponto de jogar a toalha”mas superou este momento graças à fé que seus pais lhe transmitiram.
O pároco de Caudete, Salvador Romero, define o testemunho de María José como “uma mostra extraordinária de amor, fé, superação e vontades de viver”. O sacerdote destaca o “alto grau de compreensão que tem María José de sua missão como intercessora entre Deus e os homens, algo que corresponde a todos os cristãos, mas que em casos como o dela se assume de uma coerência fora do comum”.
Para o sacerdote é importante que María José não só viva sua situação “com aceitação e paz, a não ser com gratidão e inclusive generosidade, ao oferecer-se a Deus para levar também os sofrimentos de outros”.
María José explica que sua “vida espiritual” a permite “compreender que minha vida é bela”e que, apesar de seus problemas, pode ser feliz.
“Deus não me maltratou, não me arrependo absolutamente de ter confiança nele e nem sequer lhe peço que me cure com um milagre, mas que sempre se cumpra sua vontade em mim”, acrescenta.
Para ela, o sentido de sua vida radica em “saber que Deus me ama até o extremo” e que sua deficiência, sua solidão têm sentido porque estas “me ajudaram a conhecê-Lo” e porque, além disso, “posso oferecer-lhe meu sofrimento para ajudar a outros”.Perguntada sobre as pessoas que em sua situação preferem morrer, responde que “se elas se achegassem a Deus, tudo mudaria”.
Além disso, espera que “possivelmente vendo minha pequenez, é como algumas pessoas possam reconhecer que Deus é grande” e que, “apesar de coisas como as que acontecem comigo, é possível sorrir e ter muitos momentos bons”.
TEMOS MOTIVOS SIM PARA SERMOS CADA DIA MAIS FELIZES!!!
Pensem nisso,
Grande beijo e muita luz,
:)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Rainhas do Drama por Márcia

Amigas, leiam esse texto...combina exatamente comigo quando tenho minhas crises de ansiedade

Há algum tempo recebi um e-mail do “Diário dele e dela”. É hilário, muito engraçado.  É a mais perfeita descrição de como nós, mulheres, somos capazes de sofrer baseadas apenas na nossa fértil imaginação. Para quem não conhece o e-mail, eis um resumo:
“O diário dela:
No Sábado à noite ele estava estranho. (…)Fomos a um restaurante e ele AINDA agindo de modo estranho. (…)Perguntei,e ele disse que não era eu. Mas não fiquei muito convencida. (…) Finalmente chegamos a casa e eu já estava pensando se ele me iria deixar! Por isso tentei fazê-lo falar, mas ele ligou a televisão, e sentou-se com um olhar distante que parecia estar me dizendo que estava tudo acabado entre nós. (…).Mais ou menos 10 minutos ele foi se deitar também e para minha surpresa, correspondeu aos meus avanços e fizemos amor. Mas ainda parecia muito distraído, e depois quis confronta-lo e falar sobre isso, mas comecei a chorar e chorei até adormecer. Já não sei o que fazer. Tenho quase a certeza que ele tem alguém e que a minha vida é um autêntico desastre.
O Diário dele:
Time de merda! Perdeu mais uma vez. Pelo menos dei umazinha.”
 Porque será que temos essa tendência ao drama? Essa mania de ficar procurando “pêlo em ovo”??? Já li em muitas revistas, matérias e mais matérias sobre como saber se ele ainda nos ama… ou testes, enfim, muitas ferramentas, que alimentam ainda mais nossa tendência ao sofrimento antecipado.
O Mário viaja bastante a trabalho. O seu passado o condena. Minha mãe, que foi vítima de traição (assunto para outro post), sempre me pergunta se eu não fico preocupada se ele está me traindo ou não. Sinceramente, não se trata de auto confiança, mas de auto preservação, mas eu não fico preocupada com isso. Procuro não dar ouvidos a minha mente fértil, porque podemos criar tensões e desgastes desnecessários à relação, que já é suficientemente bombardeada pela rotina e pelo tempo.
Vigiar, conferir telefonemas, gastos, roupas, ficar ligando para saber o que está fazendo… enfim, ficar na cola do cidadão, só o incentiva a cometer o crime, porque assim fica mais emocionante. Inclusive, se a “aporrinhação” já existe, melhor que tenha fundamento!
Se não bastasse nossa própria capacidade de inventar “chifre em cabeça de cavalo” e na nossa também, ainda somos pressionadas pela imaginação das amigas, que dão corda para nossa neura.
A saída para desfazer essa ilusão toda é relaxar! Na maioria das vezes, a história é exatamente como a descrita no e-mail. Quando não for, acredite na máxima “Mentira tem perna curta”, pois homem nenhum consegue disfarçar por muito tempo suas mancadas. E ao descobrir-las, caberá a você analisar a gravidade da mancada e dar o castigo merecido. Aí sim é chegado o momento de lamentar, sofrer, chorar, se descabelar, comer mil bombons, ouvir música sertaneja e assistir todos os filmes românticos da tv.  Mas, por favor! Só chegue a esse ponto, quando você já tiver comprovação física e científica do problema, não vá se descabelar à toa, ok?!
E vcs, também são assim?
Bjos mta paz e luz

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Está reclamando do quê?

Sandra Maia

Por Sandra Maia 

Está reclamando do quê?

Você, como eu, deve conhecer pessoas que passam uma vida a reclamar. Reclamam de tudo. Do outro, da vida, do trabalho, da família, do trânsito, etc. Reclamam do que lhes chega ou do que não chega.
Vivem com o que não tem e deixam de prestar atenção ao que lhes pertence. Sua vida, seus sonhos, seus desejos, suas conquistas e também suas derrotas. Seus pontos positivos e negativos. Suas virtudes e suas falhas.
Nasceram únicos e, ao longo da vida, transformam-se em vítimas, são exageradamente críticos. E, dessa forma, seguem. Com o tempo, sem se dar conta, “ser reclamão” se torna quase um traço de personalidade e, então, fica cada vez mais difícil de mudar…
Efeito dominó
O caminho que seguem já está escrito: perdem um tempo precioso cuidando dos outros e suas questões ao invés de cuidar dos seus interesses. Interessante perceber que, quando um começa a reclamar, logo vem outro e conta sua trágica história. Depois outro e outro, como num concurso para ver quem reclama mais, quem tem mais tragédia em sua vida…
É verdade! O amor, a felicidade, o belo, o verdadeiro se chocam com o desamor, a infelicidade, o feio e o falso. Podemos sempre escolher entre um e outro – mas sabe como é aquela história? Hábitos são dificilmente deixados para trás! Pois é, acontece. Quanto mais nos cercamos dos que reclamam, mais reclamamos…
Rir 
Então reclamar deve ser banido do nosso cotidiano? Poderia, se aprendêssemos a dizer não, a nos colocar, a dar ao outro limites. Ou então, melhor: se nos ajudasse a ter atitude, a perguntar, a falar o que vai dentro. E, por incrível que pareça, reclamar de tudo é muito parecido com rir de tudo.
O título desse artigo também poderia ser:  está rindo do quê? Pois é. Assim como conhecemos aqueles que só reclamam, na outra ponta do pêndulo, estão os que de tudo fazem graça. Fazem graça da sua desgraça, do que lhes acontece, do que acontece ao outro – levam a vida como uma verdadeira piada.
Mas a vida não é uma piada. Não dá para achar tudo engraçado. Tudo divertido. Estes são aqueles que falam “Nossa! Ele me ofendeu ontem, me disse coisas terríveis”,  com aquele sorriso inconsciente nos lábios de quem vive alimentado pelo prazer negativo. E o prazer negativo – para os que riem da desgraça ou para aqueles que reclamam da vida – tem o mesmo tom. Isto é, tira um e outro da realidade e os distancia do centro. Do caminho da transformação, do caminho do amor, das relações saudáveis e possíveis.
Promover o bem viver não é tarefa fácil. Primeiro porque temos de contrariar o que já está estabelecido em termos comportamentais. E segundo porque rir do nada ou reclamar até da sombra são duas faces de uma mesma moeda. Uma atitude ou outra nos faz tolos perante os demais.
Inferno privado
Quando estamos agindo dessa forma, não aprendemos. Não nos permitimos ouvir, ver, tocar… Não nos permitimos dar, receber ou trocar. E, com qualquer dessas escolhas, vamos transformar nossas relações em verdadeiros infernos privados.
Há saída possível para esse tipo de comportamento? Sim. Não é nada fácil, mas podemos sempre recomeçar diferente. Parar de reclamar demanda um esforço sobre-humano. Parar de rir à toa também. Mas vale a pena.
Primeiro porque imagine você converter todo o esforço de um ou outro comportamento viciado para planejar o futuro, realizar sonhos, estabelecer metas, voltar todo o foco e poder para si mesmo? Pois é! Imagine uma pessoa vivendo todo o tempo do mundo com o foco em se tornar mais e melhor para, dessa forma, viver relações saudáveis e plenas em harmonia?
Difícil? Sim, mas não impossível. A palavra aqui é disciplina!